Segunda, dia 15 de outubro. Dia do professor. Depois de um fim de semana agitado eu iria encerrar meu feriadão com chave-de-ouro. Minha amiga Greice estava de aniversário (parabéns Greice), então combinamos de sair para comemorar, a semana passada todinha. Mas algo saiu errado.
Na hora combinada estava eu e outra amiga (Thiene) em sua casa, mas a “bonita” (Greice) e seu namorado (Alison) não. Ligamos para ela e recombinamos de ir até a casa dela no bairro ao lado do meu. Eu: “podre” de cansado da “farinhada” do fim de semana, tive que caminhar cerca de uma hora atrás da casa da aniversariante, sem encontrá-la.
Sentamos, eu e Thiene, no banco da para de ônibus e resolvemos ligar para o pai da Greice. Ele atendeu, explicamos o ocorrido, ele veio nos buscar e nos levou até a casa de Karen, irmã da Greice. Mas antes disso, eu já estava louco para “matar” a tratante e seu namorado por nos fazer caminhar como dois romeiros e esperar, esperar e esperar.
Chegamos lá sabendo que os nossos planos de ir ao Taberna, um bar do centro de Canoas, comer batata-frita e beber (refrigerante, eu não bebo cerveja e não tenho dinheiro para pagar bebidas mais caras) tinham ido para o espaço, por uma causa nobre, era uma festa surpresa para minha colega, que legal!!!
Não preciso nem contar que a festa estava bem melhor do que estaria no Taberna, a família da Greice é super legal, pude ver como existe união entre as pessoas, que família unida! Decidiram fazer a festa às 18h30, “tipo”, enquanto eu me arrumava para sair, o povo lá estava numa correria danada!!!
Eu sei que a comilança de segunda somada com a de sábado e a de domingo me renderam uns quilinhos a mais e dores por todo o corpo, devido a longa caminhada do dia, além das danças nos dias outros dias. Acho que não vou conseguir comer durante uma semana.
Nunca pensei que em plena segunda-feira eu chegaria em casa meia-noite e meia depois de uma festa. Que loucura!!! Bom, depois de sábado poucas coisas me surpreenderão. Quatro horas da manhã (horário de verão e de Brasília) eu estava andando pelas ruas desertas da Restinga Velha, um dos bairros mais perigosos e/ou violentos de Porto Alegre e na segunda no Guajuviras, o segundo bairro mais violento de Canoas.
Bom, era isso. Gostaria de compartilhar minhas aventuras do feriado prolongado e acho que consegui. Gostaria também de toda semana poder contar coisas assim, mas infelizmente fica difícil, tenho que aproveitar quando oportunidades assim aparecem! Um grande abraço, tchau!!!
quinta-feira, 18 de outubro de 2007
segunda-feira, 1 de outubro de 2007
Quase uma aventura!!!
Essa eu precisava contar. Ontem me aventurei como servente de pedreiro! Que viagem! Vou explicar. Minha tia (e madrinha), com quem moro, está construindo sua casa, é de dois andares, então preciso ser feita a “laje” (acho que é assim que se fala), para que seja feito o andar de cima e eu ajudei.
A betoneira fazia o concreto, que era despejado em uma caixa improvisada e eu colocava, com uma pá, o concreto em um balde, que subia por uma corda presa em uma roldana até o andar de cima da futura casa. Um dos meus tios, que estava no andar de cima despejava o conteúdo do balde em um carrinho de mão e levava até o pedreiro ( o chefe, quem comandava a obra), que distribuía e ajeitava o concreto no lugar.
Meu trabalho foi muito importante, por que não havia ninguém no meu lugar para levantar o balde com concreto. Enquanto meu outro tio, marido da minha madrinha (mas não é meu padrinho), ficava na betoneira adicionando os materiais para fazer o concreto. Às vezes ele me ajudava, mas na maior parte do tempo era eu quem fazia todo o processo de alcançar o balde.
Moral da história, no final da tarde, depois de um dia inteiro de trabalho, com pausa para o almoço, fui eu quem mais trabalhou, depois do meu tio, que também fez o concreto. Estou morto, parece que passou um rolo compressor por cima de mim, mas eu sobrevivo!!!
Foi uma experiência diferente, que eu gostaria de dividir com vocês leitores, por que não é sempre que se ouve falar de um aspirante a jornalista que nos finais de semana vira concreteiro! Hehehehehe, inté mais vê!
A betoneira fazia o concreto, que era despejado em uma caixa improvisada e eu colocava, com uma pá, o concreto em um balde, que subia por uma corda presa em uma roldana até o andar de cima da futura casa. Um dos meus tios, que estava no andar de cima despejava o conteúdo do balde em um carrinho de mão e levava até o pedreiro ( o chefe, quem comandava a obra), que distribuía e ajeitava o concreto no lugar.
Meu trabalho foi muito importante, por que não havia ninguém no meu lugar para levantar o balde com concreto. Enquanto meu outro tio, marido da minha madrinha (mas não é meu padrinho), ficava na betoneira adicionando os materiais para fazer o concreto. Às vezes ele me ajudava, mas na maior parte do tempo era eu quem fazia todo o processo de alcançar o balde.
Moral da história, no final da tarde, depois de um dia inteiro de trabalho, com pausa para o almoço, fui eu quem mais trabalhou, depois do meu tio, que também fez o concreto. Estou morto, parece que passou um rolo compressor por cima de mim, mas eu sobrevivo!!!
Foi uma experiência diferente, que eu gostaria de dividir com vocês leitores, por que não é sempre que se ouve falar de um aspirante a jornalista que nos finais de semana vira concreteiro! Hehehehehe, inté mais vê!
Continua a mesma coisa
Há dez dias completei 20 anos, para mim continua a mesma coisa. Minha amiga Raliska fez aniversário (parabéns “Rá”), quinta dia 27. Perguntei para ela se algo havia mudado e ela respondeu o que eu já havia constatado que por enquanto nada. Parece que ainda tenho 19, assim como quando completei 19 parecia que tinha 18 etc. Continuará sempre a mesma coisa ano após ano. Engana-se quem pensa assim.
Nunca será, todo dia quando levantamos, somos outra pessoa, aí volto a tocar no assunto da evolução (verificar o texto...em outra postagem), pois sempre que se passa um dia melhoramos, ou pioramos. Depende da pessoa que acorda, se olha no espelho e se pergunta o que eu fiz de bom ontem? Será que eu mereço entrar para a lista daqueles que só por hoje não mataram, não roubaram, não beberam, não fumaram, não cheiraram (ohhh!!!),não desejaram a mulher do próximo, “a mas isso é normal!”, - Você deve estar pensando. Até esse próximo já desejou ou deseja a mulher de outro próximo, é esta não entra, mas você entendeu o que eu quis dizer que mudar nossa vida é o tipo de coisa que não se pode esperar o destino agir, as coisas só acontecem quando fazemos algo, também pelo acaso vai, mas o principal é por você.
Você nunca vai saber se evoluiu se não ajudar uma velhinha a atravessar a rua, clichê, mas está valendo, quando o assunto é boas ações tudo é válido e não me venha com aquela historinha ridícula que “de bem intencionados o inferno está cheio” que não cola mais!
Faça o bem que com certeza sua vida vai mudar, outra opção é o trabalho voluntário, eu se tivesse tempo fazia, gostaria de trabalhar no setor de Oncologia Infantil (crianças com câncer) de algum hospital público, assim que tiver oportunidade vou. Outra é doação de sangue, já doei, não doeu, não desmaiei nem morri, estou aqui, “vivinho da silva” e logo doarei de novo, também quero me candidatar a doação de medula óssea, também não dói nada e dá para ajudar alguém que está entre a vida e a morte esperando pela boa vontade de alguma pessoa que pode ser compatível com ela, pode ser você, pode ser eu pense nisso e reflita se sua vida realmente pode ou não mudar tomando algumas, todas ou ainda outras atitudes que você considera relevante e que pode fazer a diferença. Um abraço!
Nunca será, todo dia quando levantamos, somos outra pessoa, aí volto a tocar no assunto da evolução (verificar o texto...em outra postagem), pois sempre que se passa um dia melhoramos, ou pioramos. Depende da pessoa que acorda, se olha no espelho e se pergunta o que eu fiz de bom ontem? Será que eu mereço entrar para a lista daqueles que só por hoje não mataram, não roubaram, não beberam, não fumaram, não cheiraram (ohhh!!!),não desejaram a mulher do próximo, “a mas isso é normal!”, - Você deve estar pensando. Até esse próximo já desejou ou deseja a mulher de outro próximo, é esta não entra, mas você entendeu o que eu quis dizer que mudar nossa vida é o tipo de coisa que não se pode esperar o destino agir, as coisas só acontecem quando fazemos algo, também pelo acaso vai, mas o principal é por você.
Você nunca vai saber se evoluiu se não ajudar uma velhinha a atravessar a rua, clichê, mas está valendo, quando o assunto é boas ações tudo é válido e não me venha com aquela historinha ridícula que “de bem intencionados o inferno está cheio” que não cola mais!
Faça o bem que com certeza sua vida vai mudar, outra opção é o trabalho voluntário, eu se tivesse tempo fazia, gostaria de trabalhar no setor de Oncologia Infantil (crianças com câncer) de algum hospital público, assim que tiver oportunidade vou. Outra é doação de sangue, já doei, não doeu, não desmaiei nem morri, estou aqui, “vivinho da silva” e logo doarei de novo, também quero me candidatar a doação de medula óssea, também não dói nada e dá para ajudar alguém que está entre a vida e a morte esperando pela boa vontade de alguma pessoa que pode ser compatível com ela, pode ser você, pode ser eu pense nisso e reflita se sua vida realmente pode ou não mudar tomando algumas, todas ou ainda outras atitudes que você considera relevante e que pode fazer a diferença. Um abraço!
Nasceram!!!!
Aquela senhora que escrevi semana passada deu a luz, eba!! . 25depois de dar à luz a única filha Rozinete Palmeira Serrão, 51 anos, teve implantados em seu útero embriões da folha, Cláudia Michele, 27 anos, deu à luz aos netos, Antônio Bento e Vitor Gabriel. As crianças nasceram saudáveis, com o peso certo, perfeitinhas e a mãe/avó, assim como a filha e o genro, os pais dos guris, estão todos muito felizes, parabéns dona Rozinete e sua filha Cláudia.
Ela vai amamentar as crianças por mais 30 dias e Cláudia, sua filha está fazendo um tratamento com hormônios para estimular a produção de leite.
De acordo com Cláudio Leal, médico responsável pela fertilização in vitro e pelo parto, foi o primeiro registro no mundo de gêmeos gerados pela mãe doadora dos óvulos. Outra curiosidade, Rozinete aceitou “emprestar” o útero à filha porque o Conselho Federal de Medicina só admite procedimentos desse tipo envolvendo parentes diretos da doadora dos óvulos. Rozinete tem alta prevista para amanhã.
Essa senhora já tem seu lugarzinho reservado no céu.
Ela vai amamentar as crianças por mais 30 dias e Cláudia, sua filha está fazendo um tratamento com hormônios para estimular a produção de leite.
De acordo com Cláudio Leal, médico responsável pela fertilização in vitro e pelo parto, foi o primeiro registro no mundo de gêmeos gerados pela mãe doadora dos óvulos. Outra curiosidade, Rozinete aceitou “emprestar” o útero à filha porque o Conselho Federal de Medicina só admite procedimentos desse tipo envolvendo parentes diretos da doadora dos óvulos. Rozinete tem alta prevista para amanhã.
Essa senhora já tem seu lugarzinho reservado no céu.
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